O sábado, ele e o filme francês
Tudo não passou de uma experiência mútua: sem desejo evidenciado, sem culpas, sem manipulações. Aconteceu de repente, num misto de energias e sentimentos do passado, guardados, contidos e mascarados pela amizade sincera.
Há tempos era apenas um garoto e Ela uma amadurecida idéia do que ele esperava. Trocavam informações de experiências, dela. Trocavam cartas e beijos virtuais que nunca aconteciam verdadeiramente! Tinham um medo, uma distância, uma exigência de silêncio que aos poucos os aproximava e os afastava. Tinham as almas sedentas e não poderiam saciar sem ultrapassar a limiar do sonho e do desejo negado.
Foram os mesmos até que tiveram a oportunidade. Foram anos até que houve a chance, única, de expressarem o que negavam veementemente. Ela sabia onde estava e ele, perdido, dizia a si mesmo que continuava o mesmo garoto! Talvez culpariam os vinhos e vodkas para justificar a entrega, um filme romântico que veio do velho continente e o avanço da hora. Talvez culpassem a distância que havia, a saudade ou até mesmo a ausência. Talvez nada culpassem e se afastassem pela manhã, sem que se lembrassem de quem eram.
Uma experiência mútua: o desejo seria suprimido, as culpas dispostas e as manipulações atribuídas ao causador da ebriedade. Tudo passaria de ser o de repente, o furor do passado guardado e o fator da amizade sincera, próxima e incapaz de negativas.
Mas aconteceu! E a beleza foi quando descobriram que nunca fora amor!
E.
Há tempos era apenas um garoto e Ela uma amadurecida idéia do que ele esperava. Trocavam informações de experiências, dela. Trocavam cartas e beijos virtuais que nunca aconteciam verdadeiramente! Tinham um medo, uma distância, uma exigência de silêncio que aos poucos os aproximava e os afastava. Tinham as almas sedentas e não poderiam saciar sem ultrapassar a limiar do sonho e do desejo negado.
Foram os mesmos até que tiveram a oportunidade. Foram anos até que houve a chance, única, de expressarem o que negavam veementemente. Ela sabia onde estava e ele, perdido, dizia a si mesmo que continuava o mesmo garoto! Talvez culpariam os vinhos e vodkas para justificar a entrega, um filme romântico que veio do velho continente e o avanço da hora. Talvez culpassem a distância que havia, a saudade ou até mesmo a ausência. Talvez nada culpassem e se afastassem pela manhã, sem que se lembrassem de quem eram.
Uma experiência mútua: o desejo seria suprimido, as culpas dispostas e as manipulações atribuídas ao causador da ebriedade. Tudo passaria de ser o de repente, o furor do passado guardado e o fator da amizade sincera, próxima e incapaz de negativas.
Mas aconteceu! E a beleza foi quando descobriram que nunca fora amor!
E.
Comentários