Dois de Copas

Amou-se através do olhar do outro. Viu-se através do olhar do outro. E então, amou o outro. Enquanto o outro, todavia, não sabia, ainda, se amar.

Acordou, finalmente. Sentia-se vivo e, pelo o afeto que nasceu, também novamente nasceu. Tinha novos sonhos e seus objetivos eram plenos. E puros. E intensos. Por agora, na descoberta e na verdade, o tempo rege o tempo... e o destino, ah, esse tal destino, deixa de ser porque a consciência acontece.

E tudo segue...

Laura P.

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